Ir para o conteúdo principal
📅 Agendar Consulta
SobreTratamentos TelemedicinaPerguntasContato 💬 WhatsApp
⚠️ O tempo importa na criptorquidia. Quanto antes tratar, melhor o prognóstico. Agendar →
Tratamento especializado

O testículo do meu filho
não desceu. O que fazer?

Criptorquidia é a anomalia genital mais comum em meninos. O tratamento é cirúrgico e quando realizado no período adequado (precoce), permite melhores resultados.

O que é criptorquidia?

Criptorquidia é a ausência de um ou dos dois testículos na bolsa escrotal. Ocorre geralmente pela falha do testículo em completar sua migração do abdome até a bolsa escrotal durante o desenvolvimento fetal.

É a anomalia genital mais comum em meninos: afeta 1-4% dos recém-nascidos a termo e até 30% dos prematuros.

O testículo pode descer sozinho?

Sim — até os 6 meses de idade. Se aos 6 meses o testículo ainda não desceu, a probabilidade de descida espontânea é extremamente baixa.

⚠️ Por que o tempo importa: Aguarda-se a descida espontânea até os 6 meses. Após essa idade, a cirurgia é indicada — quanto mais cedo realizada (idealmente até 18 meses), maior chance de preservação da fertilidade futura.

Por que tratar? Riscos da criptorquidia não tratada

  • Risco aumentado de infertilidade — que aumenta quanto maior o tempo que o testículo permanece fora da bolsa escrotal
  • Risco aumentado de câncer de testículo — a cirurgia precoce diminui o risco e facilita o diagnóstico precoce de um possível tumor através do autoexame

Condições que podem estar associadas à criptorquidia:

  • Torção testicular (emergência cirúrgica)
  • Hérnia inguinal

Como é a cirurgia (orquidopexia)?

  • Realizada sob anestesia geral pediátrica
  • O testículo é localizado e fixado na bolsa escrotal
  • Geralmente a criança tem alta hospitalar no mesmo dia
  • Recuperação: cerca de 15 dias

Testículo retrátil × Criptorquidia — qual a diferença?

O testículo retrátil apresenta alteração de mobilidade — ora está na bolsa escrotal, ora fora dela. Não necessita obrigatoriamente de tratamento cirúrgico, mas exige acompanhamento, pois pode tornar-se "ascendente" (quando passa a ficar posicionado apenas fora da bolsa escrotal), requerendo intervenção cirúrgica.

Na criptorquidia verdadeira, o testículo não desce espontaneamente e está localizado fora da bolsa escrotal.

Perguntas frequentes sobre criptorquidia

Sim, em alguns casos a criptorquidia é detectada no pré-natal. Nesses casos, o neonatologista ou pediatra confirma o diagnóstico ao realizar o exame físico logo após o nascimento e encaminha o paciente para o urologista pediátrico.
A cirurgia precoce — entre 6 e 18 meses — tem maior chance de preservação funcional. Tratamentos mais tardios têm risco maior de comprometimento. O acompanhamento adequado é fundamental.
Sim, em cerca de 10% dos casos é bilateral. O tratamento é o mesmo e, geralmente, a cirurgia pode ser feita simultaneamente.
Sim. A Dra. Marcela oferece teleconsultas para uma primeira avaliação. Para criptorquidia, o exame físico é essencial para o diagnóstico definitivo — mas a teleconsulta pode orientar os próximos passos. Entre em contato pelo WhatsApp.

O tempo importa na criptorquidia. Não espere.

Avaliação especializada em Jundiaí e São Paulo.

SP Jundiaí